quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Actuação das Pauliteiras de Valcerto na recepção do Sr. Presidente da República













Um grande beijinho das pauliteiras de valcerto para o Sr António Oliveira que amavelmente nós enviou as fotos.
Bem haja....!?

domingo, 12 de outubro de 2008

Gorazes 2008

Actuação das Pauliteiras de Valcerto, na Feira dos Gorazes 2008, em Mogadouro, no dia 12 de Outubro.




domingo, 14 de setembro de 2008

recepção ao sr. Presidente da República



As pauliteiras de Valecerto dançando na recepção ao sr. Presidente da República, em Mogadouro, no dia 13 de Setembro de 2008.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Nossa Senhora do Caminho


Actuação em Mogadouro, nas Festas da Nossa Senhora do Caminho, dia 24-08-08.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Pauliteiras de Valcerto

E porque a tradição teima em persistir, vimos dar continuidade à mesma, através do grupo “Pauliteiras de Valcerto”, com o objectivo de divulgar a rica tradição de dançares das nossas terras.
Sem querer disfarçar um pouco de orgulho e vaidade, diremos que as Pauliteiras de Valcerto são a continuidade de um projecto já quase esquecido….
O grupo é constituído por 8 elementos (raparigas) a dançar e três gaiteiros (caixa, bombo e gaita de foles), os quais marcam o ritmo da dança.
A duração da actuação é de cerca de trinta minutos, esta terá a seguinte sequência: a entrada é feita ao som de uma música chamada “Riu piu piu”, segue-se a nossa primeira dança, este lhaço tem com nome “Campanitas" (Lhaço evocativo dos famosos sinos de Toledo, que se ouviam a sete léguas em redor, assim como de outros monumentos do antigo reino de Castela. Fala-nos também da riqueza gastronómica das mesmas terras). O lhaço seguinte é os ”Ofícios” (este lhaço é uma dança que representa algumas profissões já quase extintas actualmente sendo elas, o ferrador, o barbeiro, o lenhador), seguem-se então os “Chiquitos”.
Enquanto as pauliteiras fazem uma pequena pausa na dança, os gaiteiros tocam uma música chamada ”Cabalho Castanho”.
Após esta pequena pausa de cerca de dois minutos segue-se o lhaço chamado “Bicha” (este lhaço distingue-se coreograficamente de todos os outros. É uma serpente humana onde os dançarinos saltam por cima de uma oferta), segue-se então a ”Sombra” e o “Fado” e o “Prin”. Para finalizar saímos ao som do “Pingacho”.

Contacto: pauliteirasvalcerto@gmail.com
Telemóvel: 936730321

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Tour 2008

JUNHO

Dia 5 de Junho na Escola Secundária de Mogadouro. (workshop)
Dia 8 de Junho em Fornos.
Dia 14 de Junho em Algosinho
Dia 24 de Junho em Algoso

JULHO

Dia 5 de Julho em Miranda do Douro. (a confirmar)
Dia 6 de Julho em Lousada.
Dia 10 de Julho em Mogadouro
Dia 12 de Julho em Leiria. (intercâmbio)

AGOSTO
Dia 10 de Agosto em Valcerto
Dia 15 de Agosto em Ventuzelo
Dia 17 de Agosto em Viseu
Dia 24 de Agosto em Macedo do Peso

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Feira dos Gorazes/2007


Fig. 2


Fig. 3

Fig.2 e 3: performance do grupo de Pauliteiras de Valcerto, na abertura da Feira dos Gorazes/2007.
Actividade muito em voga, a dança dos paus é praticada cada vez mais no feminino. No concelho de Mogadouro, conheço pelo menos três grupos de raparigas: as de Valcerto (talvez o grupo com maior projecção) e dois grupos em Bemposta. A dança feminina não é um fenómeno de hoje. Esta actividade que alguns pensavam ser um exclusivo dos rapazes, conheceu ao longo da história diversas formações femininas. E, sem dúvida, que as raparigas lhe emprestam um charme e uma graça especial. Que cresçam e se multipliquem... O Dr. Garcia Matos, em « Lírica Popular de Alta Estremadura, (folk-lore musical, coreográfico e costumbrista)» de 430 páginas, com 436 documentos musicais inéditos, várias lâminas em foto-gravuras, muitos desenhos e gráficos diversos, faz, entre outras coisas, uma análise muito cuidada desta dança (danza de palos), em toda a sua manifestação.Diz que ela teria a sua origem na dança dos Curetes e Curibantes da Tartésia, dançada por homens em trajo militar e também por mulheres, ao som do aulo (o aulo do grego aulós, era a flauta de dois tubos, ou melhor, de tubo duplo entre os gregos) e que nasceu com o carácter religioso que ainda hoje mantém.
(in « Cancioneiro Tradicional e Danças Populares Mirandesas » 1º. Volume, 1984 – de António Maria Mourinho)
Nota do autor: Os Curibantes eram sacerdotes de Cibele, peritos na arte de trabalhar em metais. Receberam honras divinas, por haverem contribuído para a salvação de Júpiter, quando ameaçado pela voracidade paterna. Nos seus êxtases sagrados, executavam danças, ao som da flauta e dos címbalos.

Publicada por Antero Neto, no Blog - Mogadouro